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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

André Valadão apoia Bolsonaro: “Brasil precisa de um choque” Pastor não irá concorrer ao senado, mas não está alheio à política

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O nome do pastor e cantor André Valadão vinha sendo cotado para concorrer ao Senado por Minas Gerais. Contudo, mesmo não tenho aceitado o convite, mostrou que não está alheio à política nacional.
Através de um vídeo publicado em sua conta oficial no Instagram, Valadão afirmou: “Por enquanto, o meu voto é para o Bolsonaro. Para mim é o melhor candidato… é o cara que o Brasil precisa para dar um choque”.
O nome do pastor e cantor André Valadão vinha sendo cotado para concorrer ao Senado por Minas Gerais. Contudo, mesmo não tenho aceitado o convite, mostrou que não está alheio à política nacional.
Através de um vídeo publicado em sua conta oficial no Instagram, Valadão afirmou: “Por enquanto, o meu voto é para o Bolsonaro. Para mim é o melhor candidato… é o cara que o Brasil precisa para dar um choque”.

Quatro anos atrás, ele apoiou Aécio Neves (PSDB), tendo participado da gravação da música oficial do candidato. No vídeo divulgado por ele, afirma que foi enganado. “Todos nós que votamos no PT ou PSDB, ou por outros candidatos que a gente escolheu anteriormente, fomos enganados”, lamentou.
Mencionando a questão da segurança pública como um assunto que mereceria prioridade, o pastor disse que vê no candidato do PSL um maior preparo para tratar disso. Mesmo assim, fez uma ressalva: “Bolsonaro não tem todas as respostas, mas não existe nenhum político que tenha”.
Em outras ocasiões, André e sua irmã Ana Paula haviam se manifestado contra a corrupção política no país, apoiando a Lava Jato. A Lagoinha inclusive convidou o procurador Deltan Dallagnol que é evangélico para fazer palestra sobre o assunto na igreja.
Assista!


FONTE:https://noticias.gospelprime.com.br

Kleber Lucas reclama de “intolerância religiosa” dos cristãos Pastor lamenta comentários nas redes sociais que diziam que ele "merecia morrer"

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Quando você está com fome na favela e chega comida, você não pergunta se veio da igreja evangélica ou do terreiro de macumba”, explica o cantor e pastor Kleber Lucas. Ele mantém vivo na memória os dias difíceis da infância, quando convivia lado a lado com os praticantes de religião afro sem se importar com a religião deles.
Ali “aprendi a ser tolerante”, contou ele em entrevista à revista Veja. Com carreira gospel consagrada e liderando a Igreja Batista Soul, no Rio de Janeiro, Kleber se envolveu na reconstrução de um terreiro de candomblé. A casa de culto fica na Baixada Fluminense e foi incendiada num ato de intolerância religiosa.
Ele explicou que uma igreja luterana decidiu levantar uma oferta e ele ajudou. O montante de 12 mil reais foi levado em mãos e entregue no local. O pastor se justifica: “Isso tá em harmonia com a mensagem do Cristo que é uma mensagem de amor, não é essa mensagem de ódio”.
Durante o evento, em novembro de 2017, ele foi filmado cantando a música “Maria Maria”, de Milton Nascimento, ao lado de líderes de diferentes religiões em uma reunião ecumênica. As imagens tiveram grande repercussão.
Para ele, “foi uma manhã linda, um momento agradabilíssimo” e “estava todo mundo na mesma causa”, mas admite que isso teve grandes consequências para seu ministério. Na ocasião, ele afirmou que a teologia brasileira é “racista”.
“De 25 anos de caminhada cristã no Brasil, deixei de ser um líder, um pastor e um cantor de relevância…  e passei a ser ‘crente safado’ e ‘amigo de comunista’ que merece morrer”, desabafou. Através das redes sociais ele recebeu muitas críticas e, depois do ocorrido, viu diminuir muito os convites para shows e as execuções nas rádios gospel.
Mesmo assim, ele não mudou de ideia, insistindo que “não tem medo de gente que levanta a bandeira do ódio”. “Eu não vou me calar”, desafia.
Encerrou dizendo que conhece “muitos líderes religiosos e pastores que acreditam nessa linguagem de tolerância, de amor e de respeito” e que a lição é simples: “Você não precisa acreditar igual para conviver”.
Assista!


sábado, 28 de julho de 2018

Onde Está A Comoção, O Choro E O Protesto Pela Morte De 71 Policiais Militares No Rio Este Ano?


Sobe para 71 o número de policiais militares mortos desde o início do ano no Rio de Janeiro. A vítima mais recente é o soldado Jorge Lucas da Silva Torquato de Araújo, de 23 anos, que morreu durante operação na tarde de quarta-feira (25) na Comunidade da Palmeirinha, em Honório Gurgel, zona norte do Rio.
O militar ficou ferido e foi socorrido às pressas para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu aos tiros disparados de fuzil quando vários homens armados atiraram contra a equipe em que o policial estava. De acordo com a PM, dois criminosos também ficaram feridos no tiroteio e acabaram morrendo.

O soldado Torquato estava na corporação desde 2016 e era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, zona portuária da cidade, mas estava reforçando o patrulhamento na comunidade da Palmeirinha, onde são diários os tiroteios, devido a uma guerra entre facções rivais que lutam pelo domínio dos pontos de venda de drogas na região.

Guerra do tráfico

Na última segunda-feira (23) à noite, duas quadrilhas rivais que lutam pelo domínio do tráfico de drogas na comunidade da Palmeirinha, em Honório Gurgel, provocaram pânico quando atingiram um ônibus urbano que passava pela Estrada João Paulo, a principal do bairro. Nenhum passageiro ficou ferido, no entanto.
A Polícia Militar foi chamada ao local e houve confronto com criminosos armados. Dois deles ficaram feridos e foram levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, zona oeste, onde foram socorridos. Na ação, os militares do 9° batalhão da PM apreenderam um fuzil, transmissores de comunicação e drogas, ainda não contabilizadas na favela.
Pelo Twitter, o site Onde tem tiroteio, que avisa sobre ocorrências desse tipo no estado do Rio, postou um vídeo com tiros de fuzil na comunidade da Palmeirinha e alertou aos motoristas e moradores que evitassem a região da Avenida João Paulo. Uma moradora relatou pelas redes sociais: “Honório [Gurgel] virou o Iraque por uma hora de intenso tiroteio”. Com informações da Agência Brasil.
Fonte agência brasil
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