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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Com PEC contra escala 6x1 aprovada na CCJ da Câmara, quais os próximos passos?

Com PEC contra escala 6x1 aprovada na CCJ da Câmara, quais os próximos passos?

 












Com PEC contra escala 6x1 aprovada na CCJ da Câmara, quais os próximos passos?


O mérito da proposta, como a definição da jornada de trabalho, carga horária e distribuição dos dias trabalhados, ainda será debatido.


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que proíbe a escala 6 x 1 foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O relator dos projetos na comissão, Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer indicando que não há impedimento constitucional para a tramitação das propostas.


O mérito da proposta, como a definição da jornada de trabalho, carga horária e distribuição dos dias trabalhados, ainda será debatido na comissão especial.


Entenda abaixo quais são os próximos passos para a tramitação do texto até sua possível aprovação até se tornar emenda constitucional:


Com o parecer que determina a admissibilidade aprovado, o texto agora seguirá para uma comissão especial, que ainda será criada. Os membros desse colegiado serão indicados pelos partidos. A comissão pode alterar a proposta original e tem o prazo de 40 sessões do Plenário para votar a proposta. O prazo para emendas se esgota nas dez primeiras sessões.

Após essa etapa, o texto poderá ir ao plenário da Câmara dos Deputados. A aprovação de uma PEC depende de 3/5 dos deputados (308) votarem "sim", em dois turnos.

Concluída a votação na Câmara, a PEC é enviada para o Senado, e caso o texto seja aprovado nas duas Casas sem alterações, é promulgado em forma de emenda constitucional em sessão do Congresso Nacional.

De acordo com a Câmara, se houver modificação substancial (não apenas de redação), a proposta volta obrigatoriamente para a Casa onde começou a tramitar. No caso, a Câmara dos Deputados.


Atualmente, há quatro propostas sobre o tema em discussão no Congresso Nacional. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta, a tendência é dar andamento à PEC já aprovada na CCJ. Esse texto resulta da unificação de uma proposta apresentada em 2019 pelo deputado Reginaldo Lopes (PT) com outra proposta da deputada Erika Hilton (PSOL).


O governo federal também enviou, na semana passada, um projeto de lei em regime de urgência sobre o mesmo tema, mas mudando formas de compensação, que é a principal preocupação da equipe econômica. No entanto, Hugo Motta indicou que pretende priorizar a tramitação da PEC. O deputado Reginaldo Lopes afirmou que deve apresentar uma emenda para incorporar pontos do projeto do governo ao texto da PEC já em andamento.


Fonte: cbn.globo

Foto: google imagens


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